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Fidelidade abre companhia de seguros em Macau

 

Jorge Magalhães Correia explica que a Fidelidade Macau passará a ter 'rating' e a participar no co-seguro dos vários casinos.

'De um ponto de vista segurador, os negócios mais relevantes em Macau são os seguros patrimoniais dos casinos. Para incrementar a maior participação da Fidelidade neste tipo de negócios de grande dimensão, chegou-se à conclusão, por razões comerciais, ser vantajoso transformar a sucursal Não Vida (e apenas esta) em sociedade de direito local, facilitando nomeadamente o processo de 'rating' local e a participação no co-seguro de vários Casinos', disse ao Diário Económico Jorge Magalhães Correia, presidente da Fidelidade.

Jorge Magalhães Correia explica que a Fidelidade Macau passará a ter

 

A companhia de seguros da Fosun acaba de publicar a abertura de uma seguradora em Macau. O anúncio consta do Boletim Oficial de 17 de Agosto e anuncia que a seguradora abre a 1 de Outubro.
A Fidelidade Macau, companhia vocacionada para os ramos reais, resulta da transformação da anterior sucursal em companhia de direito local. A Fidelidade continua a ter uma sucursal do ramo vida em Macau, para além desta nova companhia.
'Iniciámos contactos com a Autoridade Monetária de Macau em 2013 que culminaram com a constituição da Fidelidade de Macau - Companhia de Seguros. O capital é detido pela Fidelidade e por mais duas entidades do grupo (Via Directa - OK Teleseguros e Cares, agora chamada Fidelidade Assistance), dada a necessidade legal de existir um numero mínimo de sócios', diz a mesma fonte.

O conselho de administração da seguradora, presidido por Rogério Campos Henriques, membro da Comissão Executiva da Fidelidade, será composto por quatro membros. Além de Rogério Campos Henriques, que é ainda responsável pelo 'business development' do grupo segurador, terá também como administrador não executivo William Mac, igualmente membro da Comissão Executiva e CFO do Grupo segurador.

A administração executiva da Fidelidade Macau 'continuará a ser assegurada pelos dois quadros do grupo que vêm exercendo essas funções nos últimos anos, Paulo Barbosa (CEO) e Ivan Cheung', explica Magalhães Correia, que acrescenta que 'esta operação vem na linha da estratégia de crescimento da operação internacional da Fidelidade, que actualmente representa cerca de 11% do total dos prémios Não Vida ( 9% em Junho de 2014)'.

Magalhães Correia desvenda que a Fidelidade está a apostar em força na internacionalização. 'Estamos a crescer nas operações em mercados onde já estávamos. Não só em Macau mas também em Espanha e Angola. Entrámos agora em Moçambique com duas sucursais e estamos atentos a mercados onde possamos tirar vantagens competitivas e sinergias, em especial África e América Latina.'

Segundo Paulo Barbosa disse à imprensa local a criação da Fidelidade Macau vai ser acompanhada por um aumento de capital de 100 milhões de patacas (11,3 milhões de euros). A Fidelidade em Portugal prevê também fazer um aumento de capital, de 600 milhões de euros.

 


Categoria: Notícia

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By Redbit